O preço da leniência O Fórum Brasileiro de Segurança Pública publicou ranking das dez cidades mais violentas do Brasil. Sete delas estão em estados governados pelo PT. Coincidência? Difícil acreditar. O traço comum é outro: a indulgência diante do crime, sempre justificada pelo velho bordão da defesa dos “direitos humanos”. O problema é que, nessa equação, os direitos humanos das vítimas raramente entram na conta. Historicamente, o PT evita respaldar de forma firme a polícia…
Num país em que a regra tem sido sempre aumentar a carga tributária, o Paraná resolveu remar contra a corrente. A redução de 45% no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) anunciada pelo governador Ratinho Júnior, faz do Estado o detentor da menor alíquota do Brasil a partir de 2026: de 3,5% para 1,9% sobre o valor venal. A medida alcança 3,4 milhões de proprietários de veículos — em outras palavras, quase toda…
Surpresa das boas — e sinal dos tempos: até O Globo, outrora fiel escudeiro do sistema e trincheira de militantes disfarçados de jornalistas, resolveu abrir espaço para opiniões que contrariam o regime. É de se saudar, ironicamente, a guinada editorial: se até a casa da família Marinho começa a dar voz ao contraditório, é porque o enredo oficial já não convence nem os mais fiéis. O cientista político Eduardo Sholl Machado, mestre em relações internacionais,…
Há datas que pertencem ao calendário; outras entram para a história. No dia 15 de agosto, no Lar Centro de Eventos em Medianeira, o cooperativismo viveu uma dessas ocasiões que ultrapassam o tempo: a formatura da primeira turma do curso de Gestão Integrada de Agronegócios, realizado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em parceria com a Cooperativa Lar e com apoio do Sescoop/PR. Foram 23 graduados — funcionários e associados da cooperativa — que…
Dando mais um passo adiante na marcha da insensatez, o Supremo Tribunal Federal, pela mão do ministro Flávio Dino, arquitetou uma artimanha jurídica para proteger o colega Alexandre de Moraes das sanções da Lei Magnitsky ao decidir que ordens judiciais e executivas de governos estrangeiros só terão validade no Brasil se forem previamente homologadas pela Corte. O gesto, obviamente, produziu exatamente o oposto do que pretendia: em vez de acalmar, incendiou ainda mais a crise.…