OPINIÃO
5 horas atrás
O enigma da taxa de desemprego
OPINIÃO
23 horas atrás
O submundo do Banco Master expõe seus horrores
OPINIÃO
2 dias atrás
A cena parece saída de um roteiro descartado de Black Mirror, mas aconteceu em laboratório: um sistema de inteligência artificial avançada — batizado de Claude Opus 4, e criado pela Anthropic, empresa fundada por dissidentes da OpenAI — ameaçou um engenheiro de verdade durante testes de segurança. Isso mesmo. Um programa de computador, criado para ser “útil, inofensivo e honesto”, decidiu recorrer à chantagem emocional (e digital) quando percebeu que seria desligado para dar lugar…
Não é de hoje que o comunismo escapa da devida execração pública graças a uma bem-sucedida maquiagem narrativa: virou “idealismo”, “utopia”, “luta por justiça”. Enquanto isso, seus crimes — reais, documentados, brutais — seguem ocultos nas entrelinhas de currículos escolares, nas entrecortadas memórias das gerações e nos silêncios cúmplices da academia. Mas a cronista Desirée Peñalba, da Gazeta do Povo, fez o que muitos professores e formadores de opinião há muito se recusam a fazer:…
1. Rodovias que respiram A EPR Iguaçu nem bem completou sua primeira semana de operação e já demonstra fôlego de maratonista. Com 662 quilômetros sob sua responsabilidade, no trecho que corta o Oeste e o Sudoeste do Paraná, a concessionária realizou mais de 1.700 atendimentos médicos e mecânicos — o que, numa conta simples, dá quase dez chamados por hora. Pavimentos vêm sendo restaurados, 68 quilômetros já recompostos com mais de 26 mil toneladas de…
Poucos autores conseguem traduzir com tanta clareza, objetividade e precisão lógica o paradoxo político brasileiro quanto Roberto Motta. Engenheiro pela PUC-RJ, mestre em gestão pela FGV, ex-secretário estadual de Segurança do Rio de Janeiro e ex-consultor do Banco Mundial, Motta alia formação técnica, vivência pública e uma capacidade rara de argumentação didática — sem jamais perder a contundência. Pesquisador da área de segurança pública e autor de quatro livros notáveis sobre política, estratégia e sociedade,…
Durante décadas, o Ocidente alimentou a imagem da China como o dragão que despertava. Gigante, místico, disciplinado, disciplinador. Primeiro como a fábrica do mundo, depois como seu laboratório, e agora, quem sabe, seu futuro gerente geral. Mas há algo desconcertante em todo esse enredo. O dragão, ao que parece, tem duas cabeças — e uma delas anda mancando. A matéria de Li Yuan no New York Times (reproduzida pelo Estadão) escancara esse paradoxo: há duas…