OPINIÃO
5 horas atrás
O enigma da taxa de desemprego
OPINIÃO
24 horas atrás
O submundo do Banco Master expõe seus horrores
OPINIÃO
2 dias atrás
Para o deputado federal Pedro Lupion, do PP do Paraná, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, os ataques de Lula e do PT aos produtores rurais não são meras implicâncias irracionais, algumas até infantis, motivadas por posições ideológicas antagônicas. Ele vê método na condução das hostilidades. Entrevistado por mim para o Jogo Aberto da TV Tarobá, Lupion afirma que as agressões verbais, somadas à má vontade em resolver problemas prementes do agronegócio, ainda que explicitamente…
Não será surpresa se um dos dois maiores e mais tradicionais hospitais privados da cidade mudar novamente de mãos. São fortes, e disseminados já há vários dias por fontes fidedignas, os rumores de que a rede Care, que detém o controle acionário de 12 hospitais e 25 clínicas prestadoras de serviços médicos nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, teria decidido se desfazer da Policlínica Cascavel, que adquiriu menos de dois anos atrás.…
Convidada pelo diretório estadual do Podemos para participar das análises técnicas do projeto de Reforma Tributária, agora tramitando no Senado após passar pela Câmara dos Deputados, a Subseção de Cascavel da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) delegou a missão aos integrantes da Comissão de Direito Tributário, onde atua a causídica Isadora De Biasio. Sócia do escritório De Biasio e Holtz e profunda conhecedora do tema, ela destacou, em entrevista concedida à rádio CBN, que…
Por *Tom Hyland, especial para a Forbes A pequena região de Napa Valley, no norte da Califórnia, nos EUA, abriga 300 vinícolas em 48 quilômetros entre uma ponta e outra. Pode parecer que em um local tão pequeno não há necessidade – e nem espaço – para mais uma vinícola, mas a fama de solo fértil e aberto naturalmente para rótulos famosos sempre atrai sangue novo. Hoje, o sangue novo em Napa Valley atende pelo…
Concordo com o Tribunal de Contas da União: presentes caros, como relógios e joias, recebidos por presidentes da República no exercício do cargo, não podem ser considerados de uso personalíssimo, ao contrário, por exemplo, dos artigos de vestuário, e precisam ser incorporados ao patrimônio na nação. O novo entendimento do órgão surgiu para dar solução à polêmica gerada por mimos valiosos que Bolsonaro ganhou de mandatários estrangeiros durante viagens internacionais. Convém lembrar, aliás, que em…