OPINIÃO

Agora vai?

Talvez estejam próximas do fim as desastradas declarações do Lula sobre temas econômicos que têm levado o dólar disparar e a bolsa de valores a desabar, assim como podem estar com os dias contados seus comentários desatinados e abomináveis sobre as guerras entre a Rússia e a Ucrânia e entre Israel e os terroristas do Hamas, suas críticas raivosas ao setor produtivo e seus ataques coléricos aos adversários políticos.

Há fundadas esperanças de que a solução para conter as atitudes explosivas, desvairadas e erráticas do petista, que deixam seus assessores de cabelos em pé e resultam no desempenho medíocre de sua administração, venha a sair da volumosa quantidade de medicamentos adquiridos pelo governo federal, ao custo de mais de 170 mil reais, destinados a abastecer o posto médico do Palácio do Planalto e a bagagem de itens de primeira necessidade que fazem parte das viagens presidenciais.

Além de antibióticos, anti-inflamatórios, antialérgicos, analgésicos, descongestionantes nasais, dilatadores de pupilas e dezenas de outros fármacos para as mais diversas aplicações, o lote incluiu também compostos de tarja preta como antipsicóticos e antidepressivos, remédios para combater a ansiedade e a insônia e o sedativo fenobarbital, popularmente conhecido como gardenal.

Se todo esse arsenal não resolver o problema, daí só resta a camisa de força.

Espera-se que não chegue a tanto.

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2 Comentários

  1. Sinto decepcioná-lo frustrando as esperanças de que medicação modere os rasgos megalômanos do Lula, pois trata-se de sociopatia, distúrbio de personalidade que não responde a nenhum tratamento psicofarmacológico, portanto a única defesa da sociedade é o afastamento de indivíduos como Lula, o que inclui sua contenção em hospitais de custódia como os manicômios judiciários.
    Não é por acaso que seus acólitos combatem essas instituições.

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