O peixe morre pela boca


Diante das diversas pesquisas de opinião que captaram o derretimento da aprovação do seu governo (uma delas do instituto DataFolha, costumeiramente mais propenso a lhe dar boas notícias), Lula não teve como fugir da realidade.
Durante um evento em Porto Alegre nesta sexta-feira (15), ao tocar no assunto em público pela primeira vez, o petista admitiu a crise de imagem que vem enfrentando e atribuiu a avaliação negativa ao fato de estar “aquém do que o povo esperava que eu estivesse fazendo, não estou cumprindo aquilo que eu prometi. E eu tenho consciência que não estou cumprindo”.
Engana-se o presidente.
A verdade é que o desagrado da população decorre menos daquilo que ele deixou de fazer e mais das coisas que ele vem fazendo, ou melhor, falando.
Não há popularidade que resista ao amontoado de asneiras e sandices que recheiam seus discursos, com declarações sem pé nem cabeça que revelam uma gestão sem rumo, insultos aos produtores rurais que garantem o superávit da balança comercial do país, críticas preconceituosas aos empresários que geram emprego e pagam impostos cada vez mais escorchantes, bravatas desastrosas que prejudicam a economia e espantam os investidores, manifestações cretinas em defesa do sanguinário ditador venezuelano Nicolás Maduro, ataques odiosos a Israel e comentários que não escondem sua simpatia pelos terroristas do Hamas, e inúmeros outros disparates que dariam pra escrever um livro
Por outro lado, considerando as propostas anacrônicas e fracassadas que Lula carrega na cabeça, perfeitas para impor à nação uma agenda de retrocessos, convém torcer fervorosamente para que ele continue não cumprindo as promessas que fez durante a campanha eleitoral.
Irá prestar um grande serviço ao Brasil.








Lula nunca irá morrer, pois seus súditos idolatram sua majestade, independente do que ele faça, vide os bilhões que ele roubou, mesmo assim seus súditos o elegeram