Quando o calendário se aproxima de sua última página e o desejo de renovação paira no ar como promessa luminosa, a Terra das Cataratas se prepara para receber uma de suas celebrações mais aguardadas. O Recanto Cataratas Resort, um dos hotéis mais premiados e amados do Brasil, anuncia sua programação de Réveillon 2026 — uma tradição que, ano após ano, atrai famílias de todos os cantos do país e visitantes do exterior em busca de…
O governo comemora o que chama de pleno emprego como quem estoura champanhe antes da virada: cedo demais, alto demais e — convenhamos — sem o mérito que a etiqueta exige. Nas redes sociais, o presidente exibe o menor índice de desemprego da série histórica, 5,4%, como se o Brasil fosse uma Suíça tropical onde quem não trabalha está apenas à espera da vaga dos sonhos. É um anúncio vistoso, com o brilho de propaganda…
Existem reconhecimentos que meramente atestam conquistas, e existem aqueles que selam, com a solenidade que apenas o Estado pode conferir, a passagem de construtores silenciosos ao panteão daqueles que moldaram o destino coletivo de uma região inteira. A noite de 5 de dezembro pertenceu à segunda categoria. Na Assercoop de Medianeira, sob os olhares de lideranças regionais, deputados estaduais e autoridades que compõem o mosaico político e empresarial paranaense, a Assembleia Legislativa conferiu o Título…
A Flórida encerra 2025 não como mera coadjuvante no tabuleiro econômico americano, mas como protagonista de uma narrativa que poucos estados conseguem escrever com tamanha consistência. Com um produto interno bruto que flerta com os US$ 1,7 trilhão — cifra que, convenhamos, equivale a quase 80% de toda a economia brasileira —, o estado consolidou ao longo deste ano sua posição não apenas como destino turístico de cartão-postal, mas como epicentro estratégico para quem enxerga…
1 - Blindado, salvo e ungido Indignação seletiva sempre tem prazo de validade. O ministro Gilmar Mendes decidiu, monocraticamente, redesenhar o tabuleiro constitucional e blindar ministros do Supremo contra impeachment — não com sutilezas jurídicas, mas com uma tranca digna de banco suíço. É a versão institucionalizada do “ninguém solta a mão de ninguém”: agora, mesmo que a mão esteja segurando a caneta que rasura a Constituição. A justificativa, nos bastidores, é de um realismo…