OPINIÃO

Calma que vai ter pra todos

Lá se vai mais de uma semana desde o fim das eleições e ninguém sabe ainda qual é o plano econômico do futuro governo, que limitou-se durante a campanha a apresentar apenas propostas genéricas e vazias, sem entrar em maiores detalhes.

Mas já se sabe que o verbo economizar será muito pouco conjugado pela turma que, ungida pelas urnas eletrônicas, voltará a assumir as rédeas do país a partir de janeiro.

Uma das primeiras decisões tomadas pelo presidente eleito é o aumento do número de ministérios, que saltará das atuais 23 pastas para pelo menos 33.

Nem poderia ser diferente.

Depois de ganhar o apoio de 10 partidos no primeiro turno, Lula recebeu a adesão de mais 5 na segunda fase da disputa, formando, junto com o PT, um agrupamento político com 16 siglas, todas elas, agora, loucas para participar da festa, digo, da administração.

Haja cargos para acomodar tanta gente ávida para servir a pátria.

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Um Comentário

  1. Os protestos são atos cívicos e democráticos para demonstrarmos nossa insatisfação com o futuro governo e principalmente pela falta de parcialidade no processo eleitoral. Há de se fazer uma mea-culpa por parte da campanha de Bolsonaro, faltou habilidade política para não deixar que isso acontecesse. Um vice puxador de votos por exemplo.

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