Adolescentes velhos do STF obliterados pelo voto jurídico de Fux

Por Juarez Dietrich
O voto de Fux comprova que se há algo que a maioria dos seus colegas do STF têm em comum entre eles é a politicagem infantil de Diretório Acadêmico.
Evidencia o que é um voto jurídico de um magistrado de carreira e o que é uma manipulação de fatos com propósitos típicos de fraudes, golpes, coisas de amadores juvenis que encalharam na adolescência e envelheceram aperfeiçoando a tirania típica daquela fase da vida.
Pode ser que haja algum encalhado na psicopatia também.
De todo modo, estes problemas são crônicos e humanamente incuráveis.
É importante fazer justiça com a história do STF, que já teve como juízes os ministros José Carlos Moreira Alves, Sidney Sanches, Ellen Gracie, Sepúlveda Pertence, dentre outros, entre os quais são inimagináveis as condutas de alguns dos atuais, tão pueris comportamentos e opiniões políticas, como se jurídicas fossem.
Fux se junta aos melhores da história agora.
Atualmente podemos imaginar o Lindbergh do PT com possibilidade de se juntar aos demais colegas de Fux. Isso é perfeitamente imaginável, pois ele tem um perfil exatamente harmônico a eles.
Poderá ajudar a liberar o aborto a qualquer tempo, liberar drogas no padrão defendido pelo Petros das FARC, ao lado do Lula, ou no padrão do mancebo supremo que disse: “por mim, liberaria 100 gramas ao invés de 40; derrotamos o bolsonarismo; o importante não é eleição, é tomar o poder; perdeu mané, não amola; (os bandidos) ‘João de deus’ e Battisti são inocentes e transcendentais, pois vejo isso no olhar; o STF é um ator da democracia”.
Se isso não é o narcisismo da puberdade, o que é então?
O narcisista se acha um ator e por isso também dança na Sapucaí e canta no karaokê das festinhas com os colegas atores da Globo.
Se isso não é o exibicionismo próprio daquela fase, o que é então?
A adolescência obscena do mais notório deles, por exemplo, é tão histriônica que ninguém consegue entender seus votos.
Ele disse que se alguém pensou em golpe, então já houve um golpe. Ele não vota. Ele grita com aquele sotaque insuportável do Tatuapé, a zona leste corintiana. Ele briga com o réu que quer condenar. Sim, ele quer condenar, não quer julgar.
Seus próprios atos e palavras o denunciam de tal forma que as chamadas “vaza togas” seriam até desnecessárias se não fossem tão graves ao comprovar a molecagem das fraudes nos processos que ele conduz politicamente, na verdade criminosamente.
Há um certo sadismo nisso, mas a assessoria da velha imprensa, a que preço só podemos imaginar, tenta confirmar como se processos jurídicos fossem.
Adulto infantilizado é alguém que, embora biologicamente tenha atingido a idade adulta, mantém padrões emocionais, cognitivos e comportamentais típicos da infância ou da adolescência.
Não se trata apenas de imaturidade passageira, mas de traços que interferem na vida pessoal, social e profissional.
A soberba daquele que pretende enfiar goela abaixo também a outros países sua impulsividade, fazendo exigências, vinganças e retaliações, tudo ilegalmente, passa do grau adolescente de absolutismo intolerante à frustração.
É praticamente uma loucura e por isso ele foi punido pela maior democracia do mundo, ao mesmo tempo a maior potência econômica e militar, com a mesma pena de morte econômica com que punem terroristas e outros tiranos no mundo, expulsando-o de todos os sistemas econômicos em que aquele país esteja de algum modo envolvido ao redor do mundo, ou por seus cidadãos ou empresas.
Ele ainda está praticamente desautorizado na Europa, pelos fatos muito bem conhecidos de enfrentamento da soberania de diversos países.
Estão pedindo às instâncias institucionais que ele e seus amigos sejam impedidos de ingressar no território de Portugal, por exemplo.
As instituições da União Europeia estão em vias de sancioná-lo também, a pedido de deputados europeus.
Se isso não é um adulto infantil cometendo crimes, é o quê?
Foi feito um dossiê gigantesco, de repercussão internacional, a respeito da infantilidade tirânica industrial desta ditadura infantil, colocada a público na internet. Na Europa foi feito um filme de duas horas de duração denunciando as centenas de suas atrocidades. A mulher do protagonista supremo principal advoga para interessados milionários nas decisões do STF.
Se este destemor não é infantilidade, é o quê?
Mas não é só ele. Os demais idosos infantis no entorno dele são igualmente egocêntricos e têm baixa tolerância à frustração; eles são simplistas ou intensamente prolixos dependendo do interesse circunstancial, pois dividem o mundo entre bom e mau, certo e errado, dependendo de quem.
Por lá, comunista diz “graças a deus”.
Fazem idealizações irreais, ficções e fogem de quaisquer responsabilidades; são impulsivos e se vitimizam para chamar a atenção. Absoluta e claramente narcisistas que projetam mentiras como se fossem realidades.
O que dizer das ficções do tipo que ao defender direitos humanos, sociais e coletivos, inclui o endosso aos “direitos da amante”? O que dizer do gol de mão para soltar um condenado e colocá-lo na presidência da república?
Eles são os próprios ditadores infantis do “direito alternativo” e do “direito penal do inimigo”, das ficções que rebelaram 30% dos anjos no céu que seguirem Lúcifer; da descendência de Adão no Paraíso seguindo a serpente, ou ainda, dos 30% que até hoje seguem Marx, aquele que seguiu Bakunin, todos sempre contra o Pai, contra Deus.
Bakunin convenceu Marx de que Deus, o Pai, era um ditador, um “anão gigante”.
Observe que todos os ditadores são complexos e prolixos e sempre caem do lado esquerdo da história porque têm, ainda em comum entre eles, algum problema com o próprio pai.
É só pesquisar.
Os infantes velhos gostam do aborto, da morte, rejeitam o marco temporal e designam o Brasil como território dos índios; mudam como quem sonha e ronca dormindo ao sair da convicção de que é acertada a condenação à prisão em segunda instância para esquerdismo juvenil da UNE na USP, impropriamente chamado “garantismo”, que vem a ser a invenção dos até então inexistentes graus acima do consagrado duplo grau de jurisdição aqui no Ocidente.
Estes graus, 3º e o 4º eles inventaram para livrar da cadeia seu camarada e amigo Lula, o condenado no devido duplo grau de jurisdição.
Se isso não é infantilidade por falta de punição adequada, é o quê?
Em psicologia, isso pode estar ligado a fatores familiares – superproteção, ausência de limites, traumas), a transtornos de personalidade (histriônica, dependente, borderline), ou simplesmente a um padrão de desenvolvimento emocional interrompido.
Veja aquele outro que contou alegremente numa entrevista que seu sócio e amigo roubou um processo físico no cartório e com isso conseguiram impedir que a sentença judicial fosse cumprida. Agora no STF, ele anulou praticamente todas as condenações e multas da operação Lava-Jato.
Sua mulher também advoga para interessados milionários no ambiente do STF.
Se isso não é a ousadia juvenil típica de quem tem certeza da impunidade, é o quê?
Outro ainda disse às “big techs” internacionais que “a liberdade de expressão foi sepultada no Brasil”. Que “liberdade regulada é a única e verdadeira liberdade”.
Se isso não é o traço da autocracia púbere, é o quê?
Aí o ancião que apoiava a Lava-Jato e dizia que o PT transformou o Brasil num sistema de cleptocracia e roubou dinheiro suficiente para 35 anos de campanhas políticas, ao desconfiar que havia alguma investigação fiscal a seu respeito, decidiu que, ao contrário, a Lava-Jato era um grupo criminoso. E passou a absolver e soltar meio mundo da prisão.
Se isto não é infantilidade de quem não tem limites, é o quê?
E aquela pessoa que passa para a história como a vestal que considera a censura prévia abominável, mas que só um pouquinho não faz mal a ninguém?
Se isso não é infantilidade da adolescente ao namorar só um pouquinho além do permitido, é o quê?
E as urnas eletrônicas com apuração secreta incriticáveis sob pena de prisão cancelamento de passaporte, sequestro de contas bancárias e bens? E aí o membro o STF vai no Congresso e, num passe de mágica secreta, impõe que não seja aprovada a lei do voto impresso sob pena de sabe-se lá o que.
Se tais coisas não são resultados de uma infantilidade tirânica, é o que então?
E este “julgamento do golpe” é o que diante do voto contrário do único magistrado do STF, senão um teatro medíocre, fruto da imposição tirânica dos que tomaram o poder no Brasil, como reconhece o Jornal O Estado de S. Paulo em editorial por onde conclama o STF a “voltar ao normal” depois de punir o Bolsonaro.
Então, “o STF não terá mais desculpas para avocar poderes extraordinários quando está defendendo a democracia”.
Tivemos que ler isto no ex-Estadão.
Estamos nas mãos de velhos tiranos infantis aplaudidos pela velha imprensa que há alguns anos dá bom dia pra cavalo. A que preço nós desconfiamos.
*O autor é advogado, LL.M Insper São Paulo












Pela primeira vez, na história recente deste STF, uma divergência tão lógica, racional, muito bem exposta com clareza e objetividade, abalou a empáfia e soberba de “juízes” nomeados por interesses políticos. Disse bem o articulista quando lembra que, “esposa de ministro está moralmente decretando o impedimento do seu conjuge nos processos em que ela esteja ou tenha peticionado”. Mas na composição do atual STF a política entrou pela porta da frente e expulsou a justiça pela porta dos fundos. Até quando?
O que dizer de uma instituição que se diz Suprema Corte e que chega a mandar recado através de jornalistas, tal como fizeram com a Mônica Bérgamo que publicou: “Ministros do STF dizem que se os Estados Unidos fizerem novas sanções, eles vão prender o Bolsonaro na Papuda.” Eles sequestraram o Bolsonaro através de um julgamento falso e agora, como fazem sequestradores, ameaçam e fazem chantagem a céu aberto.