Tudo o que você precisa saber sobre o empreendimento residencial que sairá da maior fábrica de prédios das Américas


Com o término das obras da ‘fábrica de prédios’ que vai industrializar as edificações e a chegada dos primeiros equipamentos importados da Alemanha para compor a linha de produção, estaremos vendo começar a sair do papel já nos próximos meses o revolucionário mega-projeto idealizado pelo empresário Francisco Simeão que colocará Cascavel na vanguarda nacional de uma experiência inédita tanto em matéria de construção civil quanto em projetos habitacionais de grande escala e inovador alcance social.
A seguir, uma ampla e detalhada exposição sobre a infraestrutura do novo bairro e as formas de comercialização das unidades, acompanhada de uma vista área da planta e de algumas perspectivas arquitetônicas do empreendimento quando estiver concluído.
Nos financiamentos do programa “Minha casa, minha vida” a CEF exige o pagamento de 20% de entrada, o que tem sido um entrave às famílias de baixa renda. De seu lado, a Caixa Econômica assim o exige para não ver crescer a inadimplência dos contratos.
Para resolver esse impasse, sugerimos ao governo federal a criação do programa “locação, com opção de compra em até 5 anos”, prazo ideal para a qualificação e treinamento do trabalhador e sua esposa, proporcionando-lhes aumento de renda e tempo suficiente para economizar e fazer uma poupança na CEF para pagar a entrada do financiamento quando de sua opção de compra. Nestes casos a Caixa Econômica, ao invés de financiar, assumindo o risco das inadimplências, compraria o imóvel com isenção do ITBI para vender às famílias do “Minha Casa, minha vida” em até 60 meses, com contrato de “locação, com opção de compra”, com nova isenção do ITBI quando da venda ao comprador final (as prefeituras concordam).
Depois da pandemia que tanto sofrimento causou, nosso povo precisa voltar a ter esperança. E não há motivação maior para as famílias de baixa renda do que poder comprar sua casa dos sonhos e morar em um bairro de alto padrão. A conquista da casa própria de qualidade jamais imaginada é a motivação que precisam para se esforçar e aproveitar oferta de trabalho após qualificação e treinamento profissional, dando oportunidade à mulher de conquistar sua independência, aumentar a renda da família e ver seus filhos em Escolas de excelência, com meta de alcançar a “nota 8 no Ideb”, o que, certamente, mudará o destino das gerações que virão.
No mesmo preço atual das casas do Programa Minha casa, minha vida, oferecemos apartamentos sustentáveis de alto padrão, com 90 m2 de área total, dentro do Bairro Integrado Residencial Ecoparque, com centro comercial e de serviços, unidades de saúde e de administração pública, onde as creches e escolas irão proporcionar o retorno do “espírito de vizinhança”, comum nas cidades pequenas, com saudável convivência entre as crianças desde o maternal, que irá forjar amizades para a vida inteira.
A Vila da Cidadania, implantada no Bairro integrado, é um instrumento fantástico para transformar famílias hoje dependentes do Estado em cidadãos comprometidos com a Nação. Nada no Bairro integrado é simples teoria, ou experiência nova, tudo já foi realizado em escala menor, testado e comprovado, como é o caso da Vila da Cidadania:
No Bairro integrado Residencial Ecoparque, 50% das quadras são de edifícios com aptos de 3 quartos, com suítes, de alto padrão, oferecidos por 50% do preço de mercado e os aptos de 2 quartos, da mesma qualidade e com varandas, para atender os compradores do programa “Minha casa, minha vida”, serão vendidos aos preços “teto” estabelecidos pela CEF. A viabilidade deste empreendimento se materializa a partir do “mix” mencionado.
Com energia solar, poços artesianos, captação de água das chuvas, tratamento e reuso, os moradores dos aptos Minha Casa, minha vida, em razão do “mix” citado, pagarão apenas R$299,75 por mês pelas contas de luz e água, manutenção dos exuberantes jardins, segurança com monitoramento, internet 500 Mb, TV, telefone IPTU e condomínio predial, enquanto os aptos de 3 quartos pagarão R$898,50 – tudo garantido em contrato pelos empreendedores, com cláusula na escritura, registrada em Cartório.
Os edifícios de aptos, de 15 andares, distantes 50 metros um do outro, ocupam menos de 5% da área total do terreno, com preservação de mais de 50% de áreas “verdes” (bosques, lagos, rios e jardins), incluindo as áreas que serão doadas ao poder público.
Por suas características, mais do que um projeto empresarial, que também é, ou de Programa de Governo, trata-se de um Projeto de Estado, com condições de entregar QUATRO MILHÕES de aptos até 2053, além de promover uma revolução no ensino básico e o aumento de renda das famílias mais frágeis. A síntese deste projeto, hoje o de maior importância política para o Brasil, está consubstanciada no vídeo disponível no Youtube:
https://youtu.be/RIb-0fqFNX0
Nosso grupo implantou a primeira “fábrica de prédios” com recursos próprios, já dispõe dos recursos para implantar 10% deste Projeto de Estado e tem condições de ajudar na implantação dos restantes 90% na forma de franquias ou outra forma de parceria com as prefeituras, governos estaduais e governo federal.
A viabilidade deste projeto será testada a partir da “fábrica de prédios” de Cascavel (Pr) que será inaugurada no dia 15 AGO 2023. Ela está implantada no mesmo terreno antes rural do Bairro Integrado Residencial Ecoparque, distante apenas dois mil metros do Aeroporto de Cascavel, onde serão construídos 50 prédios de 15 andares.
Por se tratar de projeto inédito, disruptivo, que quebra paradigmas e, portanto, não se enquadra nos protocolos atuais da Caixa Econômica Federal, estamos negociando financiamentos junto a fundos internacionais, com robusta garantia imobiliária, para vender os seis mil aptos de 2 quartos (50%) e de 3 quartos (50%) de Cascavel (Pr) através de contratos de “locação, com opção de compra em até cinco anos”, com financiamento de fundos de investimentos, seguido de financiamento através da CEF, com prazo padrão de 35 anos. Esse procedimento, viável desde já com adequação junto à Caixa Econômica Federal, obedecerá ao seguinte procedimento:
Primeiro – O comprador se cadastra na CEF e, se aprovado, pede um prazo de sessenta meses para economizar o valor da entrada.
Segundo – Abre uma caderneta de poupança na CEF e passa a depositar mês a mês valores para compor, em até 60 meses, o valor da entrada do financiamento para a compra de um dos aptos do Bairro integrado Residencial Ecoparque.
Terceiro – Contrata o financiamento, paga a entrada com o valor acumulado em sua caderneta de poupança e recebe a escritura do seu apto, financiado pela CEF em 35 anos.
A planilha a seguir mostra os valores mensais das locações dos aptos de 3 e de 2 quartos, bem como os custos mensais com o condomínio predial, conta de agua, de luz, Internet 500 Gb, TV, filmes Netflix e outros, telefone, manutenção dos jardins, IPTU, pagamento de uma gratificação de mil dólares a cada um dos professores, cantineiras, zeladoras e demais servidores das escolas do ensino fundamental do Residencial Ecoparque que alcançarem a nota 7 no Ideb (a meta é a nota 8), segurança e monitoramento:

E a seguir os valores das parcelas dos financiamentos junto à CEF de cada apto:

Capacidade de pagamento – Exigência da CEF – A Caixa Econômica estabelece que o trabalhador pode comprometer até 30% da renda familiar para o pagamento das parcelas de financiamento e não leva em conta os custos com condomínio, água, luz, internet, segurança, manutenção dos jardins e ainda o prêmio de US$1.000,00 todo ano aos professores e demais servidores das escolas que alcançarem a nota 7 no IDEB (a meta é a média 8). Considerando que o total dos custos listados é de apenas 30% em relação aos do mercado, sugerimos à CEF considerar esta economia e reduzir de 30% para 20% o cálculo do comprometimento da renda familiar do comprador para pagar as parcelas da Caixa Econômica Federal.
Cooperativas x 45 “fábricas de prédios” no Brasil
O programa de entregar quatro milhões de aptos no Brasil em 30 anos, até 2053, é viável com a industrialização da construção civil através de 45 “fábricas de prédios” a serem implantadas no sistema de “cooperativas de empresas construtoras e incorporadoras”, sistema este apoiado no sucesso das cooperativas do agronegócio da região Oeste do Paraná.
Para demonstrar confiança neste projeto, propomos participar com os primeiros 5% (cinco por cento) do capital de R$200 milhões de reais de cada uma de todas as Cooperativas de “fábricas de prédios”. Ou seja, 5% (Ecoparque) x 44 cooperativas x R$200 milhões de reais = R$440 milhões de reais, recursos financeiros estes que teremos disponível, sem financiamentos, de 2025 a 2028, período de implantação deste programa.
Esse verdadeiro milagre que reúne qualidade de vida, imóveis confortáveis e preços baixos, só é possível graças ao baixo preço dos terrenos rurais incluídos no perímetro urbano (com cláusula de implantação de Bairros integrados, com 50% de habitações destinadas ao programa Minha Casa, Minha vida) e o sistema construtivo dos edifícios que existe há décadas na Alemanha e que foi potencializado com a evolução da computação e da robótica, migrou para a China, Malásia, Tailândia, Cingapura e dezenas de outros países e agora chega ao Brasil com a fábrica de Cascavel.
A construção em ambiente fabril dá velocidade à implantação das edificações, onde paredes, lajes, escadas e banheiros completos saem prontos para os canteiros de obras distantes até 300 km e, com sacrifício do frete (lucros), até 500 km.
Área comercial próxima, unidades de saúde, creches, escolas de ensino fundamental e médio dentro do bairro integrado, proporcionarão o retorno do “espírito de vizinhança”, comum nas cidades pequenas, com a saudável convivência entre as crianças nas escolas desde o maternal, forjando amizades para a vida inteira.
A importância política desse projeto, inédito no mundo, valorizará a imagem do Brasil no exterior e seu valor social dará protagonismo aos servidores públicos, prefeitos vereadores, governadores, ministros e ao Presidente do Brasil.
Considerando que após a experiência de Cascavel a CEF poderá concordar com essa fórmula de comercialização, substituindo os fundos de investimento, informamos que nosso grupo tem “expertise” comprovada na área de locações e interesse em celebrar compromisso com a CEF, entregando-lhe os imóveis locados em seu nome, com fiança ou outra garantia da parte do comprador final e mais nosso aval e garantias. Em caso de inadimplência, é nosso compromisso receber os imóveis de volta pagando o valor em aberto junto à CEF, com a inclusão do diferencial de juros no caso dos apartamentos de 3 quartos (7,66% ao invés de 4,5% a.a., cobrados a título de locação). Esses apartamentos serão reformados e vendidos a outros mutuários da CEF.
DESFAVELIZAÇÃO
Minha casa, minha vida
Bairro integrado Residencial Ecoparque
Há que se considerar que os moradores das favelas resistem às propostas do poder público de transferir suas famílias para projetos habitacionais distantes.
Ao invés de tentar transferir os moradores para a periferia, a solução é transformar as favelas em Bairros Integrados Residencial Ecoparque. A verticalização das habitações, com prédios de 15, 20 ou mais andares, que ocupam menos de 5% da área total do terreno, tem o condão de abrigar todos os moradores no mesmo local, valorizando a cidade com bairros de alto padrão, que se destacarão pelos seus exuberantes jardins, mais de 50% de áreas verdes, creches, escolas, unidades de saúde, área comercial e de serviços, com parques lineares onde as crianças poderão brincar livres, em segurança.
Este projeto só é possível com o colegiado de forças da prefeitura, ministério público e a polícia, que acompanhará os servidores públicos no cadastramento de todos os moradores, momento em os bandidos irão “dar no pé”, como diz o jargão popular.
Ato contínuo, a prefeitura deve avaliar o terreno no estado em que se encontra e propor o pagamento aos proprietários, podendo negociar valor até 20% maior e, se não aceito, desapropriará o imóvel por interesse público, depositando o valor da avaliação em juízo.
Apoiado no ensinamento de um sábio chinês – “o feixe de varas”, que é muito difícil de quebrar, a estratégia é retirar suas amarras e “quebrá-lo inteiro, vara por vara”, ou seja, a prefeitura transfere 120 famílias para habitações locadas provisoriamente, pelo prazo de seis meses, trazendo-as de volta para morar em aptos de dois quartos de alta qualidade, na agora antiga favela e a partir de então um bairro elegante da cidade.
A prefeitura terá apenas o ônus de desapropriar e pagar pelo terreno, os empreendedores devem pagar pela infraestrutura diferenciada que será implantada e os moradores devem pagar pelos apartamentos, em processo que se inicia com um contrato de “locação, com opção de compra em até 60 meses”, período em que o aumento de renda da família, cujos filhos estarão em creches e escolas em tempo integral dos seis meses até 14 anos de idade, lhes dará condições de fazer uma poupança para pagar a entrada do financiamento da CEF, exercendo seu direito de compra de um apto, com valor corrigido pelo IPCA, que seguramente vale o dobro no mercado.













Simplesmente um projeto para humanizar o conceito de habitação…Dignidade para a população em situação de vulnerabilidade…
Vejo como uma revolução para uma digna das famílias hoje marginalizadas.
Simplesmente extraordinário, os empreendedores pensaram em todo complexo visando o bem estar e conforto das famílias em todos os aspectos , não tem como não ter pleno sucesso. Merecem um prêmio internacional de grande expressão socio-economico, parabens