É dura a vida real

Não está passando despercebida a onda de demissões que vem colocando na rua as grandes estrelas das novelas e dos programas jornalísticos da Rede Globo de Televisão.

A emissora pode ter mil explicações bastante plausíveis para justificar a decisão de promover o desligamento em série de tantos profissionais renomadíssimos fortemente identificados com a sua marca ao longo de décadas, muitos dos quais, aliás, gozavam do privilégio de receber polpudos salários sem trabalhar.

Mas a grande razão que está levando a Vênus Platinada a enxugar seus quadros é a drástica redução das verbas milionárias do governo federal que jorravam desde tempos imemoriais para as suas contas bancárias.

De toda a dinheirama de publicidade que o Palácio do Planalto liberava para as grandes redes de TV até o final de 2018, mais da metade era abocanhada pela Globo.

Uma das primeiras medidas do presidente Jair Bolsonaro logo após tomar posse foi acabar com a farra e determinar uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos destinados à propaganda oficial.

Não é outro o motivo da oposição ferrenha, implacável e raivosa que as empresas de comunicação do poderoso grupo carioca movem contra o governo.

Bolsonaro aplicou um choque de capitalismo na mal-acostumada família Marinho.

E o desmame sempre dói.

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