Sucessão à altura


Consciente da importância para o país da usina que supre mais de 15% do consumo nacional de energia elétrica e do compromisso de dar sequência ao imenso legado de obras estruturais em execução em várias regiões do Paraná que marcam a extraordinária gestão do general Joaquim Silva e Luna, agora convocado para botar a Petrobras na linha, o presidente Jair Bolsonaro escolheu a dedo o substituto dele na direção geral da Itaipu Binacional.
Gaúcho de Santa Maria, o general de Exército da reserva João Francisco Ferreira iniciou a carreira militar em 1966 na Escola Preparatória de Cadetes, concluindo o aprendizado com a nota mais alta do grupo.
Igualmente na primeira colocação, ele graduou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1972, por sinal a mesma turma de Luna, considerada uma das melhores da história.
Como se não bastasse, obteve ainda a mesma posição ao diplomar-se na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e também na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Em resumo, o futuro diretor geral da margem brasileira da maior hidrelétrica do mundo carrega o mérito de ser um “tríplice coroado”, título atribuído aos oficiais que conquistam o primeiro lugar nos três principais cursos de formação do Exército.
Itaipu continuará sendo muito bem comandada.
(Leia e compartilhe outras postagens acessando o site: caiogottlieb.jor.br)



