Nos céus, o grande diferencial competitivo do Paraná

Lançado pelo governador Ratinho Junior em 2019, interrompido alguns meses depois devido à pandemia e reiniciado há poucas semanas, o Voe Paraná já é um case de sucesso para o benchmark de outros estados.

Trata-se do maior programa de incentivo à aviação regional do país, uma decisão estratégica que impulsiona vigorosamente o crescimento da economia paranaense em todos os setores.

Viabilizado pela iniciativa do governo de reduzir a alíquota do imposto estadual sobre o querosene para diminuir os custos das companhias e baratear o valor das passagens e pelo apoio financeiro aos investimentos feitos pelos próprios municípios na modernização de seus aeroportos, o Voe Paraná abrange, com frequências semanais de ida e volta a Curitiba através de aeronaves Caravan da Azul, dez cidades que até então não dispunham de voos comerciais regulares.

Comemorando a retomada das operações, Ratinho destacou que “a ideia é conectar Interior e Capital, e, a partir daí, consequentemente, todo o país. É um movimento que atrai novas empresas, que podem se instalar em cidades-polo que sempre sonharam em contar com essa logística e que agora se tornou realidade para abrir novas e inesgotáveis possibilidades de desenvolvimento.”

É importante lembrar, por sinal, que neste ano começarão a se consolidar os investimentos previstos nos contratos de concessão dos quatro terminais paranaenses arrematados pela CCR em 2021.

Para o Afonso Pena, que, embora esteja localizado geograficamente em São José dos Pinhais, é o aeroporto internacional de Curitiba, a prioridade será a construção da terceira pista projetada para pousos e decolagens de aviões de grande porte, o que permitirá a implantação de rotas diretas para a América do Norte e Europa e o incremento do transporte de carga.

O aeroporto de Foz do Iguaçu também ganhará mais uma pista e a ampliação do terminal de passageiros, enquanto que Londrina terá sua pista ampliada e receberá uma nova estação de embarque e desembarque dos viajantes.

Situado no bairro de mesmo nome na Capital, o aeroporto Bacacheri passará por adequações na pista de decolagem e aumento do pátio de manobras, mantendo-se destinado exclusivamente para os voos de pequenas e médias aeronaves executivas, como é hoje.

Vê-se que o governador tem motivos de sobra para celebrar com entusiasmo o momento atual e as futuras perspectivas da infraestrutura aeroportuária do estado no curto e no médio prazo.

Se já não é, caminha velozmente para ser a melhor do Brasil.

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Um Comentário

  1. Vc sabe, Caio. Nós, aqui em Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira no PROJETO IGUASSU-AGUAS GRANDES (www.PROJETOIGUASSU.com ) onde nele propomos construir um ANEL VIÁRIO METROPOLITANO TRINACIONAL de caráter RODOFERROVIÁRIO, que, além de desviar o tráfego pesado de caminhões de nossos centros urbanos na Tríplice Fronteira, irá unir os tres grandes aeroportos internacionais existentes Argentina Brasil e Paraguay fazendo o nexo da Hidrovia Paraná-Paraguay-Tietê-Prata com o futuro Corredor Ferroviario do Trem Bioceânico do MERCOSUL que irá interconectar pela Hidrovia São Paulo, Montevideo e Buenos Aires caracterizadas como as maiores Metrópoles do Continente Sul-Americano, unindo-as através da Ferrovia Bioceânica de Paranaguá a Antofagasta no Chile unindo-nos também às maiores nações do Oriente e do Ocidente, preservando nossa cultura local e o meio ambiente. (Visite nosso Canal no YouTube: IGUASSU – AGUAS GRANDES e no Facebook: PROJETO IGUASSU – AGUAS GRANDES ).

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