Terroristas à solta


Em tramitação na Câmara Federal, a nova Lei Antiterrorismo, de autoria do deputado Major Vitor Hugo, recebeu sinal verde para seguir adiante por esmagadora maioria de votos na comissão especial instalada para analisá-la.
Agora só falta ser submetida ao plenário da Casa, onde espera-se que seja aprovada o quanto antes.
Se já estivesse em vigor, ela poderia enquadrar e colocar por um bom tempo na cadeia os marginais do MST e da Via Campesina, organizações criminosas disfarçadas de “movimentos sociais”, que atacaram e depredaram na semana passada o escritório da Associação dos Produtores de Soja em Brasília, em “protesto” contra o agronegócio.
Sem penas mais duras para castigar com o necessário rigor esses delinquentes do “exército” do Stédile, como Lula já se referiu ao bando e seu líder que aterrorizam e vandalizam propriedades rurais, eles vão continuar praticando os delitos estimulados pela benevolência do poder judiciário e pelas punições excessivamente brandas previstas na legislação atual.
Restou, por ora, o repúdio veemente das entidades do setor produtivo e dos brasileiros de bem que, felizmente em sua maior parte, não compactuam com a bandidagem.
Mas poderia ser pior.
Se o PT estivesse no governo, provavelmente os invasores seria condecorados.





